Neste mês a Ubu lança Design como atitude, de Alice Rawsthorn, e traz de volta ao catálogo todos os livros de design que estavam esgotados. Além dos livros, conheça a linha de cadernos produzidos em papel italiano, uma parceria com a Fedrigoni e a Konita.
Pensado como um guia abrangente para desmistificar o design contemporâneo, Design como atitude é uma introdução às tendências que vêm marcando o design no século XXI e aos desenvolvimentos mais dinâmicos no campo promovidos pelas novas pautas políticas, sociais e ecológicas.
O meio é a massagem é uma síntese, das mais ousadas, das ideias de Marshall McLuhan. Em coautoria com o designer gráfico Quentin Fiore, o livro combina palavra e imagem para apresentar de forma mais lúdica as ideias encontradas em Understanding Media [Para entender a mídia], o livro mais formal do teórico da comunicação.
Reedição com nova capa e novo prefácio de Rafael Cardoso.
A obra de Vilém Flusser desvenda a tentativa milenar da humanidade de superar suas limitações físicas por meio da tecnologia. Nesse processo, o autor demonstra que os designers, embora tenham um papel central, caminham sobre um chão conceitual muito frágil. As teorias apresentadas destroem lugares comuns e verdades superficiais, além de lançarem luz sobre problemas que sequer começamos a nomear.
O livro examina contextos culturais e estereótipos, com exemplos visuais do mundo todo, e demonstra que as ferramentas de comunicação nunca são neutras, incentivando seus usuários a repensar sua visão da cultura global. Obras adicionais de artistas e designers contemporâneos mostram que a consciência política não limita a criatividade, mas abre novos caminhos para explorar uma cultura visual crítica.
O livro examina contextos culturais e estereótipos, com exemplos visuais do mundo todo, e demonstra que as ferramentas de comunicação nunca são neutras, incentivando seus usuários a repensar sua visão da cultura global. Obras adicionais de artistas e designers contemporâneos mostram que a consciência política não limita a criatividade, mas abre novos caminhos para explorar uma cultura visual crítica.